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Casas para turistas só podem ser comercializadas em plataformas com registo legal

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O Governo acaba de criar uma obrigatoriedade legal que força a que todas as casas para turistas tenham um registo formal, caso queiram ser promocionadas e comercializadas em plataformas eletrónicas, como a Rentalia, Airbnb, Booking ou Homeaway. A partir do próximo dia 1 de julho, estes sites só podem aceitar alojamentos, cujos proprietários estejam em condições de preencher um campo obrigatório com o número de registo no Registo Nacional do Turismo, ou arriscam-se a sanções.

A nova regra, que visa combater os arrendamentos ilegais a turistas, foi segundo o Jornal de Negócios aprovada no último Conselho de Ministros no âmbito do pacote de simplificação do licenciamento turístico e está agora num período para adaptação, durante o qual, nomeadamente, os alojamentos que não tenham ainda o número de registo deverão legalizar-se e inseri-lo nas plataformas que os comercializam.

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Lançamento versão 2.0.4

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Com o lançamento da versão 2.0.4 foram introduzidas as seguintes novidades:

  • Leader board de objetivos, por consultor, agencia e zona.
  • Funil de imoveis (vendas/arrendamentos).
  • Funil de clientes (vendas/arrendamentos).
  • Património atual de consultor, agencia, zona (clientes).
  • Património atual de consultor, agencia, zona (imoveis).
  • Introdução no dashboard de aceleradores de acesso à informação detalhada dos resultados apresentados.
  • As agências passam a poder consultar as comissões dos seus imóveis vendidos por um parceiro.
  • Possibilidade de poder observar no dashboard as últimas baixas de preço.

Afinal de quem é a informação?

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Do ponto de vista de aquisição de software, é cada vez mais comum, pelas mais variadas razões, que se opte por adquirir sistemas de CRM que funcionem na nuvem. Os benefícios são tantos, que normalmente nos esquecemos de colocar algumas questões essenciais ao fornecedor de serviço.

Este video aborda a questão da propriedade da informação registada nos CRM das agências imobiliárias.

Turismo e Imobiliário continuam optimistas influenciados pela dinâmica sustentada da procura!

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Validando todas as fontes do mercado imobiliário, a publicação dos números oficiais pelo INE – Instituto Nacional de Estatística confirmou um crescimento anual do mercado habitação residencial de 18,5 % face a 2015. Foram 127.106 imóveis transacionados e um investimento próximo de 15 mil milhões de euros. São bons resultados mas que poderiam ter tido uma expressão mais elevada em função da dinâmica da procura gerada.

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Transacção de alojamentos cresceu 18,5% no ano passado

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Dados da APEMIP

Em 2016 foram transaccionados 127.106 alojamentos, número que traduz uma subida de 18,5% face a 2015, revelam os dados recolhidos pelo Gabinete de Estudos da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal.

Para o Presidente da associação, Luís Lima, “estes números vão ao encontro das estimativas da APEMIP, divulgadas em Janeiro deste ano, que apontavam para um aumento de transacções de alojamentos familiares na ordem dos 20%”.

Desde há cinco anos, que a associação tem levado a cabo uma monitorização do mercado de compra e venda, estimando a evolução das transacções no mercado imobiliário, antes da divulgação dos seus números oficiais.

“Temos acertado sempre nas nossas estimativas, apresentando uma margem de erro mínima, o que credibiliza o trabalho de acompanhamento e monitorização que a APEMIP leva a cabo e que é da maior importância para avaliar o estado do sector imobiliário, em tempo útil”, considera o dirigente. Luís Lima afirma que, apesar do contínuo crescimento do mercado, “os números ficaram aquém da expectativa”.

“No início de 2016 a minha perspectiva de crescimento era superior àquela que agora se confirma mas, infelizmente, no decorrer do ano deram-se algumas situações que provocaram retracção e desconfiança junto dos investidores. Refiro-me, por exemplo, à criação de um novo imposto sobre o património, o Adicional ao IMI, e ao problema de credibilidade no que concerne aos atrasos na concessão de vistos de residência, ao abrigo do programa de Autorização de Residência para Actividades de Investimento (Vistos Gold) que espantou os investidores, nomeadamente os chineses, que desconfiam da transparência e segurança deste mecanismo. Se não fossem estes dois casos, creio que o crescimento teria sido ainda maior”, declara.

Na óptica do presidente da APEMIP, 2017 acentuará a realidade da descentralização do investimento imobiliário. “O distrito do Porto ficou, pela primeira vez, no topo da procura imobiliária em Portugal, e à medida que a oferta for diminuindo neste distrito, [a procura] deslocar-se-á para outras regiões do País”.

O dirigente acredita que o crescimento no imobiliário se fixe nos 30% este ano. Mas deixa um alerta: “É necessário voltar à construção nova, e já há procura para tal, sobretudo nas grandes cidades, onde o stock é cada vez mais diminuto e os preços atingem valores superiores ao que seria desejável”.

Fonte: Jornal de Leiria