Construção vai crescer em 2019.

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Após um crescimento estimado de 3,5% na produção do sector da Construção em 2018, as previsões da FEPICOP apontam para uma ligeira aceleração do seu ritmo de produção, antecipando-se um acréscimo real de 4,0% na actividade do sector em 2019.

Em termos absolutos, o valor total da produção deverá ultrapassar os 12,5 mil milhões de euros, ficando, ainda assim, longe do valor de produção atingido antes da crise que se abateu sobre o sector após o ano de 2002. De facto, nesse ano a produção da Construção atingiu os 20,2 mil milhões de euros, pelo que a produção prevista para 2019 não ultrapassará os 62% do valor atingido 17 anos antes.

O segmento da construção de edifícios será o mais dinâmico em 2019, com um crescimento real previsto de 5,0%, essencialmente assente no dinamismo da vertente residencial, que deverá registar um acréscimo de 7,5%. Pela primeira vez desde o ano 2000, a previsão aponta para que a construção residencial nova evolua a uma taxa superior à dos trabalhos de reparação/manutenção (+9,3% e +4,8%, respectivamente), em linha com o forte crescimento do número de fogos novos licenciados, + 39% até Outubro de 2018, após crescimentos de 38% e 24% em 2016 e 2017, respectivamente.

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Portugal no radar dos investidores imobiliários. Continuará a ser assim em 2019?

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Comprar casa em Portugal é cada vez mais caro. E a venda de imóveis acompanha esta evolução. A tendência já vem de 2017 e voltou, este ano, a confirmar-se, apesar de no segundo e terceiro trimestres do ano a subida de preços ter abrandado, em termos homólogos. A verdade é que com ou sem bolha imobiliária – muitos especialistas desvalorizam o tema –, a subida de preços é notória, estando Portugal no radar dos investidores imobiliários. Continuará a ser assim em 2019?

O ano arrancou com uma pergunta que muitas pessoas podem (e devem) fazer: comprar ou arrendar casa? É, de facto, um dilema sem fim à vista e que exige fazer (muitas) contas.

Estávamos ainda nos primeiros dias do ano quando noticiamos, a partir de dados do índice de preços do idealista, que o preço das casas aumentou 5,5% no último trimestre de 2017 face ao trimestre anterior. Alguns dias depois, o Eurostat revelou que Portugal teve a terceira maior subida no preço das casas entre os países da União Europeia (UE). Trata-se de um aumento de 10,4% num ano. Também o Instituto Nacional de Estatística (INE) veio confirmar que os preços dispararam: o valor mediano dos preços dos alojamentos familiares vendidos no país subiu para 912 euros por metro quadrado (m2) no terceiro trimestre do ano passado, um aumento de 7% face ao período homólogo.

Segundo a entidade, o município de Lisboa continua a ser o mais caro do país, com o preço mediano de venda de habitações a fixar-se em 2.315 euros por m2 – mais 15,5% que no período homólogo.
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Aprovados novos benefícios fiscais para arrendamento

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Contratos de arrendamento de duração superior a dois anos vão ter desconto fiscal imediato de 2%, que duplicam a cada renovação, até ao limite de 14%. Socialistas avançaram com propostas de alteração ao projeto social-democrata que define os benefícios fiscais aos senhorios que optem por contratos de arrendamento de longa duração

O PS vai subscrever as propostas do PSD sobre benefícios fiscais aos senhorios que optem por contratos de arrendamento de longa duração. Com a votação indiciária do pacote legislativo da habitação marcada para amanhã, os socialistas avançaram esta segunda-feira com propostas de alteração ao projeto de lei do PSD que define o corte na taxa de IRS a pagar pelos proprietários – e a proposta do PS mantém os valores definidos pelos sociais-democratas, acrescentando-lhe um novo ponto relativo a contratos superiores a 20 anos.

Assim sendo, os contratos de arrendamento com duração igual ou superior a dois anos e inferior a cinco anos passam a beneficiar de uma redução de dois pontos percentuais na taxa liberatória, passando dos atuais 28% para os 26%. E, por cada renovação do contrato com a mesma duração, é aplicado novo corte de 2%, até ao limite de 14%. Esta redução não estava inscrita nas propostas do PS, que só previam benefícios fiscais para contratos de duração igual ou superior a cinco anos.
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