Número e valor de transações imobiliárias atingem máximos de nove anos

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As transações de imóveis em Portugal aumentaram 13,5%, para 226.617, em 2017 face ao ano anterior, e o investimento associado subiu 33,5%, para 24,3 mil milhões de euros, para máximos desde 2008, divulgou hoje fonte setorial.

O total – em quantidade e valor – das transações imobiliárias em Portugal em 2017 é o valor mais alto desde 2008, ano em que foram comercializados 241.040 imóveis no valor de 24,4 mil milhões de euros. Desde esse ano até 2012 o setor registou sucessivas quebras, tendo começado a recuperar a partir de 2013.

“Só em 2017 o imobiliário representou um investimento que representa um terço do programa de assistência económica e financeira e que revela bem a importância que este setor tem no panorama económico nacional”, afirma o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), citado num comunicado.

E, salienta Luís Lima, “estes números dizem apenas respeito ao investimento direto, porque indiretamente este valor multiplica-se com o investimento feito noutros setores”.

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Lançamento da versão 2.0.18

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Com o lançamento da versão 2.0.18 foram introduzidas as seguintes novidades:

  • O Gerente passa a poder atribuir a permissão de validação de imóveis ao Diretor Comercial.
  • Adicionado novo perfil de utilizador “Administrativo” (Gestão e encaminhamento de Leads).
  • Introdução de campo “Naturalidade” nos utilizadores da plataforma.
  • Na criação de imóveis do tipo Terrenos a classe energética passou a “Isento” por defeito.
  • No Imóvel na listagem de clientes compatíveis foi adicionado o contacto telefónico do(s) consultor(es) dos respectivos clientes.
  • No cliente comprador na listagem de imóveis compatíveis foi adicionado o e-mail e contacto telefónico do(s) consultor(es) da angariação.
  • Na exportação do ficheiro Excel dos Leads foi incluído o campo de referência dos mesmos.
  • Todos os campos existentes nos históricos passaram a ser pesquisáveis
  • Introdução de nova notificação de reserva expirada.

PORTAIS:

  • Actualização de portais parceiros para exportação de imóveis.
  • Introdução de FAQ sobre os requisitos para exportação de imóveis para os portais parceiros.
  • Introdução de checkbox geral para seleção de todos os portais na exportação de imóvel.

DASHBOARD:

  • Nos gráficos de faturação o eixo do Y passa a ser representado em unidade monetária.
  • Os gráficos de faturação passaram a ser representados por barras.
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Contratos de arrendamento passam a ter duração mínima de um ano

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Os contratos de arrendamento vão passar a ter uma duração mínima de um ano e, caso nada seja comunicado em sentido contrário, passam a renovar-se automaticamente por outros três anos. A iniciativa legislativa, proposta pelos socialistas, insere-se no âmbito do pacote sobre arrendamento, que decorre no grupo de trabalho parlamentar da Habitação, e foi aprovada esta quarta-feira no Parlamento, em votação indiciária.

“Não pode ser inferior a um nem superior a 30 anos, considerando-se automaticamente ampliado ou reduzido aos referidos limites mínimo e máximo quando, respetivamente, fique aquém do primeiro ou ultrapasse o segundo”, determina a proposta que foi aprovada com os votos favoráveis do PS, PCP e BE e os votos contra do PSD e CDS-PP, tal como conta a Lusa.

A iniciativa para estipulação de prazo certo dos contratos de arrendamento surge em alteração à proposta de lei do Governo que visa “estabelecer medidas destinadas a corrigir situações de desequilíbrio na posição dos arrendatários e dos senhorios, a reforçar a segurança e estabilidade do arrendamento urbano e a proteger arrendatários em situação de especial fragilidade”.

Habitação não permanente fora da medida

Na proposta, recorda a agência de notícias, os socialistas indicam que o prazo mínimo de um ano “não se aplica aos contratos para habitação não permanente ou para fins especiais transitórios, designadamente por motivos profissionais, de educação e formação ou turísticos, neles exarados”.
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