Guia de apoio ao negócio imobiliário.

By 27 Março, 2018Marketing, Notícias
Download do Guia aqui:  The Property Handbook” 

 

“Hoje, Portugal está a aproveitar condições únicas e somos um dos destinos mais atrativos no mundo para aqueles que querem viajar, viver, investir ou trabalhar fora”. Palavra de Governo. A mensagem de confiança é de Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, e serve de abertura ao mais recente guia de investimento imobiliário em Portugal.

De acordo com a notícia do Económico, a terceira edição do “The Property Handbook – a Real Estate Investment Guide”, foi preparado pela CBRE e pela Vieira de Almeida & Associados (VdA), para transmitir conhecimento ao mercado e lançar um novo manual com informação sobre Portugal que possa impactar o futuro investidor neste ramo, nomeadamente enquadramento legal e fiscal, dados estatísticos, maiores pólos de investimento (inclusive dentro das grandes áreas metropolitanas) e uma análise da evolução do setor na última década, ilustrada com gráficos, mapas e imagens alusivas ao tema.

O novo ‘caça ao investidor estrangeiro’ foca-se sobretudo no mercado externo, uma vez que, desde a retoma económica do país, tem crescido e passou a significar aproximadamente 80% do capital investido, no ano passado. Depois de duas edições anteriores, em 2012 e 2015, marcadas pela estagnação do mercado e pelo arranque da recuperação, as duas firmas acreditam que a edição de 2017 chega num momento em que se está a “relançar o país” e que a “liquidez pode ser uma oportunidade”.

No que diz respeito ao mercado residencial, a consultora estima que só no passado tenha havido um total de 152 mil contratos de vendas casas e que a variação do preço das habitações tenha atingido os 9%.

“Há novos investidores e os que já cá estavam querem repetir investimentos”, sublinha Miguel Marques dos Santos, sócio do departamento de imobiliário da VdA, no evento de apresentação do guia. Segundo Cristina Arouca, diretora de Research da CBRE Portugal, “não há sinais de que a vaga de investimento em imobiliário vá acabar” num futuro próximo e “ainda há margem para subir mais as rendas” nos grandes ativos comerciais.

Fonte: ASMIP